TL;DR: Cinco filmes da DC que foram ignorados pelos críticos e pelo público, mas que têm argumentos fortes e, em um caso, geraram uma série vencedora de Emmy.
blue beetle (2023)
Quando Blue Beetle chegou aos cinemas, o universo DC já estava em transição com James Gunn assumindo o leme. O filme, estrelado por Xolo Maridueña como jaime reyes, recebeu críticas positivas por trazer um herói latino ao centro da ação e por explorar a dinâmica familiar.
| Ano | Recepção Crítica | Destaque |
|---|---|---|
| 2023 | Positiva (elogios ao carisma de Maridueña) | Primeiro super‑herói latino em grande produção |
Apesar do desempenho de bilheteria modesto, o filme ganhou segunda vida ao garantir que Maridueña retorne como Jaime em Man of Tomorrow, reforçando seu potencial de franquia.
dc league of super-pets (2022)
Animado, colorido e com krypto – o cachorro do Superman – liderando a equipe, DC League of Super-Pets provou que animação não é sinônimo de "filme de segunda". A voz de Dwayne Johnson como Krypto e a participação de Keanu Reeves como Batman dão um toque de humor que agrada tanto crianças quanto adultos.
| Ano | Recepção Crítica | Destaque |
|---|---|---|
| 2022 | Boa (elogiada pela animação e elenco de vozes) | Quebra o preconceito contra animações de super‑heróis |
O filme foi bem recebido por quem deu uma chance, mas acabou sendo subestimado por quem só acompanha lançamentos ao vivo.
supergirl (2026)
Com Milly Alcock no papel de Kara Zor‑El, Supergirl tem uma das performances femininas mais fortes da DC recente. Apesar de um orçamento que não se pagou nas bilheterias, o filme entrega sequências de ação memoráveis e momentos emotivos em Krypton.
| Ano | Recepção Crítica | Destaque |
|---|---|---|
| 2026 | Mista (elogios à atuação, críticas à narrativa apressada) | Milly Alcock como nova cara da Kryptoniana |
O ponto alto é a química entre Alcock e David Corenswet (Superman), que compensa as falhas de roteiro.
watchmen (2009)
Adaptado da graphic novel de Alan Moore, Watchmen divide opiniões: alguns o consideram um clássico cult, outros o veem como uma tentativa falha de adaptar um material complexo. O que não se pode negar é que o filme inspirou a série da HBO (2019), que conquistou 11 Emmys.
| Ano | Recepção Crítica | Destaque |
|---|---|---|
| 2009 | Dividida (65% no Rotten Tomatoes) | Gerou série premiada com 11 Emmys |
A abordagem sombria e a subversão dos tropos de super‑herói ainda influenciam produções atuais.
birds of prey (And The Fantabulous Emancipation Of One harley quinn) (2020)
Margot Robbie brilha como Harley Quinn, entregando uma performance que combina humor ácido e vulnerabilidade. O filme mistura ação e estética neon, mas não recebeu o apoio de bilheteria que merecia.
| Ano | Recepção Crítica | Destaque |
|---|---|---|
| 2020 | Positiva (elogios à Robbie e ao elenco feminino) | Harley Quinn como protagonista carismática |
Se a DC tivesse investido em um spin‑off, o universo poderia ter ganhado uma série de sucesso, mas o projeto ficou no limbo.
Vereditos: o melhor pra cada perfil
Nem todo filme subestimado agrada a todos. Aqui vai a recomendação baseada no seu estilo de maratona:
- Para quem curte representatividade: Blue Beetle – o primeiro super‑herói latino em grande escala.
- Para quem prefere animação leve: DC League of Super-Pets – diversão garantida para a família.
- Para quem busca ação e drama de origem: Supergirl – destaque para a atuação de Milly Alcock.
- Para os fãs de narrativa complexa: Watchmen – a base da série premiada da HBO.
- Para quem ama anti‑heroínas e humor ácido: Birds of Prey – Harley Quinn no seu auge.
Se ainda não assistiu a nenhum desses, escolha o que mais combina com seu humor do dia e dê o play. Afinal, todo universo tem suas pérolas escondidas, e a DC tem mais do que só os blockbusters.
Para ficar no radar
Fique de olho nas sequências: Man of Tomorrow promete expandir o legado de Blue Beetle, enquanto a série de Watchmen já mostrou que o material tem vida própria. E quem sabe um spin‑off de Birds of Prey ainda não vai surgir? Enquanto isso, revisite esses títulos e descubra o que a maioria deixou passar.


