Chris Pratt revelou que seu personagem em The Terminal List foi pensado para ser o oposto do Star‑Lord da Marvel, focando em realismo e vulnerabilidade. O ator destaca que os soldados da série são humanos falhos, não super‑heróis. A entrevista foi dada durante o press day da segunda temporada, já disponível na Amazon Prime Video.
Como The Terminal List se diferencia de Guardians of the Galaxy?
Em Guardians of the Galaxy, Pratt interpreta Peter Quill, um anti‑herói que combina humor, tecnologia futurista e poderes sobrenaturais. Já em The Terminal List, ele encarna James Reece, um oficial das Forças Especiais que lida com conspirações governamentais, trauma pós‑guerra e um diagnóstico de tumor cerebral. Enquanto o primeiro universo permite exageros cósmicos, o segundo se ancora em procedimentos militares reais, treinamento de armas e dilemas éticos cotidianos.
Quais são as principais diferenças de tom e estilo?
O tom de Guardians é vibrante, recheado de cores neon, trilha sonora dos anos 80 e diálogos sarcásticos. The Terminal List opta por paleta sombria, iluminação fria e narrativa que privilegia suspense sobre explosões espetaculares. Essa mudança de estilo reflete a intenção de Pratt de “evitar a sensação de super‑herói” e mostrar que “os homens são talentosos, mas também falíveis”.
Comparativo de aspectos‑chave
| Aspecto | The Terminal List (S2) | Guardians of the Galaxy (MCU) |
|---|---|---|
| Objetivo narrativo | Desvendar conspiração e sobreviver a doença | Salvar a galáxia e criar laços de amizade |
| Realismo | Alta – treinamento militar, táticas de combate reais | Baixa – tecnologia fictícia, poderes sobrenaturais |
| Tom | Sombrio, introspectivo, dramático | Leve, cômico, aventureiro |
| Personagem principal | James Reece – soldado vulnerável, com dilemas morais | Peter Quill – ladrão carismático, anti‑herói |
| Foco de ação | Armas de fogo, estratégias táticas, infiltrações | Combates espaciais, gadgets futuristas, humor |
| Recepção do público brasileiro | Dividida – fãs de thriller militar elogiam, fãs de MCU sentem falta de leveza | Amplamente aceita, especialmente entre fãs de ficção científica e humor |
O que os fãs brasileiros devem observar?
O público nacional costuma valorizar duas vertentes: o espetáculo visual dos blockbusters e a profundidade psicológica dos dramas. Em The Terminal List, a série oferece o segundo ponto, mas ainda entrega sequências de ação bem coreografadas que lembram os jogos de tiro em primeira pessoa populares no Brasil. Por outro lado, Guardians garante o escapismo colorido que costuma atrair o público mais jovem e o público que acompanha o MCU.
Vereditos: o melhor pra cada perfil
Para quem busca realismo militar, The Terminal List é a escolha certeira. A série trata de lesões de combate, ética nas operações secretas e a fragilidade humana diante de um diagnóstico fatal. O ator mesmo afirma que “os homens não são super‑heróis, são humanos falhos”.
Para quem prefere humor e universo intergaláctico, Guardians of the Galaxy continua sendo a referência. A química entre os personagens, a trilha sonora nostálgica e a estética pop‑art ainda são imbatíveis.
Para quem acompanha a carreira de Chris Pratt, vale a pena assistir a ambas as produções. Elas mostram a versatilidade do ator, que transita de um anti‑herói cômico para um soldado atormentado, provando que ele pode carregar papéis de diferentes pesos dramáticos.
Para ficar no radar
A segunda temporada de The Terminal List já está no catálogo da Amazon Prime Video, o que facilita o acesso ao público brasileiro que já tem assinatura da plataforma. Enquanto isso, o próximo filme do MCU, Guardians of the Galaxy Vol. 3, tem data de estreia prevista para 2025, mantendo viva a expectativa dos fãs de Star‑Lord. Fique atento às datas de lançamento e às possíveis cross‑overs que podem surgir entre universos, já que Pratt indicou que sua experiência em The Terminal List pode influenciar futuras escolhas de papéis de super‑herói, seja no MCU ou no novo universo DC.


