WhatsApp Promoções Instagram YouTube
Culpa do Lag CULPA DO LAG
Capa do livro Mundo Sombrio
📖 Livro do autor do site
Mundo Sombrio

Uma fantasia sombria sobre o véu fino entre os vivos e os mortos. Leia agora no Kindle.

Ler na Amazon →
Games

Ocarina of Time: ponto de entrada perfeito na série Zelda

· · 4 min de leitura
Link empunha a Ocarina of Time ao lado da Master Sword, com o logo da Zelda ao fundo
Compartilhar WhatsApp

#publi Esta matéria tem links de afiliado. Se você comprar por eles, o Culpa do Lag pode ganhar comissão, sem custo extra para você.

Você sabia que o Vice‑Presidente da Nintendo, Bill Trinen, acabou de declarar ocarina of time como o ponto de partida ideal para quem nunca jogou um título da franquia The Legend of Zelda?

Essa afirmação chega no mesmo momento em que a Nintendo prepara o remake para o próximo console switch 2, reforçando a ideia de que o clássico de 1998 ainda tem tudo a ver com o público de hoje. Mas será que Ocarina realmente supera outras portas de entrada como breath of the wild ou link's awakening? Vamos analisar os prós e contras de cada opção e descobrir qual delas se encaixa melhor no seu perfil.

Ocarina of Time: a fundação da saga

Lançado em 1998 para o nintendo 64, Ocarina of Time revolucionou o gênero de ação‑avventura ao introduzir um mundo 3D aberto, puzzles complexos e uma narrativa que ainda hoje define a identidade de Zelda. Bill Trinen destaca três motivos principais para considerá‑lo o "ponto de entrada perfeito":

  • História fundamental: apresenta personagens icônicos como Link, Zelda e Ganondorf, além de estabelecer a lógica dos diferentes tempos que se repetem em jogos posteriores.
  • Mecânicas de jogabilidade: o sistema de alvos Z‑target e o uso da Ocarina criam um aprendizado natural que se repete em quase todos os títulos da franquia.
  • Impacto cultural: é frequentemente citado em listas de "melhores jogos de todos os tempos", o que facilita a compreensão de referências em outras obras nerds.

Entretanto, o jogo tem suas limitações para o jogador moderno: gráficos datados, controles que podem parecer engessados em um joystick atual e falta de acessibilidade para quem tem deficiência visual.

Breath of the Wild: a porta de entrada contemporânea

Em 2017, Breath of the Wild redefiniu Zelda ao oferecer um mundo aberto sem limites, com física realista e liberdade total de exploração. Para quem prefere um visual moderno e mecânicas mais fluidas, ele pode ser mais atrativo que Ocarina.

Prós Contras
Gráficos de alta definição e mundo vibrante. Enredo mais difuso, menos foco nos personagens centrais.
Liberdade total de abordagem (combate, puzzles, exploração). Curva de aprendizagem elevada para quem nunca jogou Zelda.

Embora seja uma experiência imersiva, a falta de um tutorial estruturado pode deixar novatos perdidos, algo que Ocarina resolve com sua narrativa guiada.

Link's Awakening (Remake 2019): a escolha "portátil"

O remake de Link's Awakening para o Switch traz um visual colorido estilo "toy art" e mecânicas simplificadas, tornando-o acessível para iniciantes. Sua curta duração (cerca de 10 horas) permite uma experiência completa sem grande compromisso de tempo.

Porém, o enredo é mais autônomo e menos conectado ao "cânone" da saga, o que pode limitar a compreensão de referências posteriores.

O que a comunidade pensa?

Fora das declarações oficiais, fãs da franquia costumam dividir opiniões em foruns como Reddit e GameFAQs. Alguns argumentam que Ocarina é "clássico demais" e que novos jogadores deveriam começar por algo mais atual. Outros defendem que a "essência" de Zelda só pode ser sentida ao atravessar Hyrule pela primeira vez em 1998.

Vereditos: o melhor pra cada perfil

Com base nos pontos acima, segue um resumo prático:

  • Novato total que valoriza narrativa clássica: Ocarina of Time – oferece a história fundacional e mecânicas que se repetem.
  • Jogador que prefere gráficos modernos e liberdade total: Breath of the Wild – visual impressionante e mundo aberto, porém exige mais exploração autônoma.
  • Quem tem pouco tempo ou busca experiência curta e fácil: Link's Awakening – remake leve, visual cativante e curva de aprendizado suave.
  • Entusiasta de coleções e história da franquia: experimente todos, começando por Ocarina e avançando gradualmente.

Onde isso pode dar

A escolha do ponto de entrada influencia não só a percepção de Zelda, mas também a disposição do jogador em investir em futuros lançamentos. Se Ocarina de fato for a porta de entrada mais eficaz, a Nintendo tem um argumento sólido para promover remakes e versões remasterizadas, como o esperado para o Switch 2. Por outro lado, se a comunidade migrar para títulos mais recentes, a empresa pode redirecionar seu foco de marketing para Breath of the Wild e suas sequências.

Em última análise, a decisão depende do que você valoriza: tradição, inovação ou praticidade. Independentemente da escolha, a série Zelda tem algo a oferecer para todo tipo de nerd.

Perguntas frequentes

Por que Bill Trinen recomenda Ocarina of Time como início? ▾
Ele acredita que Ocarina oferece a história fundacional, mecânicas essenciais e impacto cultural que ajudam o jogador a entender toda a saga.
Qual Zelda é mais indicado para quem nunca jogou nenhum título? ▾
Para quem busca narrativa clássica e aprendizado guiado, Ocarina of Time é a melhor escolha; para quem prefere gráficos modernos e liberdade, Breath of the Wild pode ser mais atrativo.
É necessário jogar Ocarina antes de Breath of the Wild? ▾
Não é obrigatório, mas conhecer Ocarina facilita a compreensão de referências e mecânicas que reaparecem em Breath of the Wild.
Culpa do Lag
Curtiu? Recebe as próximas no WhatsApp.

Games, animes, filmes e tech — as notas quentes direto no nosso canal, sem depender de algoritmo.

Seguir no canal

Veja tambem

Compartilhar WhatsApp