O novo dorama romântico da MBN, What a Boss Wants, chega à Viki em 11 de novembro às 22h20 (horário coreano) com legendas em inglês. A série adapta a web novel homônima e coloca Sung Hoon e Lee Jung Shin (baixista do CNBLUE) como protagonistas masculinos de personalidades radicalmente opostas disputando o coração de Oh Se Young, vocalista de uma banda indie.
Sung Hoon como Kwon Do Hyuk: o CEO frio e perfeccionista
Sung Hoon interpreta Kwon Do Hyuk, CEO da OYES Entertainment. O personagem é descrito como um chaebol que não tolera erros, possui "olhar gelado" e um "sorriso leve" que contrasta com sua presença autoritária. Curiosamente, o CEO tem "zero senso de paladar" — detalhe que pode render cenas cômicas ou simbólicas — e parte em busca de uma mulher misteriosa cuja voz ouviu em um álbum. O ator, conhecido por My Secret Romance e Woori the Virgin, costuma brilhar em papéis de homens ricos e emocionalmente bloqueados que amolecem ao longo da trama. Aqui, a premissa sugere arco semelhante: a rigidez do perfeccionista confrontada pela imprevisibilidade da protagonista.
Lee Jung Shin como Moon Tae Kyung: o pediatra caloroso e popular
Lee Jung Shin, do CNBLUE, vive Moon Tae Kyung, pediatra talentoso, amável e "o homem mais popular do hospital". Seu charme vem do "sorriso ensolarado" e da "vibe gentil", oposto direto à frieza de Kwon Do Hyuk. O ator tem experiência em papéis de segundo protagonista carismático (My Sassy Girl, Shooting Stars), mas aqui assume o posto de co-protagonista romântico central. A profissão de pediatra reforça o arquétipo do cuidador: alguém que lida com vulnerabilidade diariamente, o que pode criar dinâmica interessante com a protagonista musicista.
Oh Se Young como Lee Eun Chae: a variável na vida dos dois
Oh Se Young (Taxi Driver, The King's Affection) interpreta Lee Eun Chae, vocalista principal de uma banda indie. A descrição oficial a chama de "única variável na vida perfeita" do CEO. Isso posiciona a personagem como agente de caos criativo — a arte e a música quebrando a ordem corporativa. O fato de ser musicista indie, não idol, sugere narrativa mais grounded, longe do glamour K-pop, o que pode atrair público cansado de tramas de agência de entretenimento.
Vereditos: o melhor pra cada perfil
| Perfil do espectador | Por que assistir | Risco |
|---|---|---|
| Fã de enemies-to-lovers com CEO | Sung Hoon domina o arquétipo; a dinâmica "chefe vs. funcionária/artista" rende tensão clássica | Pode cair em clichês de 2015 se o roteiro não inovar na motivação do CEO |
| Quem prefere segundo protagonista que vira primeiro | Lee Jung Shin tem carisma de "boy next door" maduro; pediatra foge do estereótipo de chaebol rival | Roteiros coreanos costumam punir o "nice guy" — prepare o lenço |
| Público de music romance sem idol | Banda indie + vocalista protagonista = trilha sonora potencialmente forte e cenas de show reais | Produções MBN nem sempre investem em performances musicais convincentes |
| Espectador casual de Viki sem assinatura paga | Disponível na plataforma com legendas em inglês no lançamento | Verificar se a região do Brasil tem acesso simultâneo; Viki costuma ter janelas de exibição variadas |
Datas e o que vem depois
A estreia está confirmada para 11 de novembro na Coreia do Sul (MBN) e internacionalmente via Viki com legendas em inglês. A emissora não divulgou número de episódios, mas doramas de faixa noturna da MBN costumam ter 12 a 16 capítulos. Vale monitorar se a plataforma confirmará legendas em português do Brasil — prática comum para títulos de maior apelo, mas não garantida no lançamento. O material promocional liberado até agora foca no triângulo amoroso visual; trailers com diálogos e trechos da trilha sonora devem surgir nas semanas anteriores à estreia. Para quem acompanha a carreira de Lee Jung Shin fora do CNBLUE, este é o papel de maior destaque romântico desde Shooting Stars (2022). Já Sung Hoon retorna ao gênero que consolidou sua base internacional após projetos de ação e variedade. O verdadeiro teste será se o roteiro consegue sustentar a rivalidade sem transformar um dos homens em vilão caricato — armadilha frequente em triângulos coreanos recentes.


